terça-feira, 29 de outubro de 2013

VINTE E SETE DE OUTUBRO

O sol acordou a madrugada com um sorriso radioso. “Vá, levanta-te.” – disse mimoso para o novo dia – eu ouvi, e fingindo-me dona do mimo, pulei da cama e abri a persiana. A luz entrou e o calor também pelo vidro da janela do quarto, que ficara toda a noite meio aberto.
“Bom dia sol, bom dia vida, bom dia amanhecer”.

A manhã estava esplêndida. Apressei-me a levantar as persianas de todas as outras divisões. E a casa inundou-se de sol. Cumprido o ritual de sentir o dia na pele, com a ida à varanda, logo que cheguei à sala, sentei-me calmamente às voltas com a torrada que deixara a fazer e o copo de leite do pequeno-almoço. Nem liguei a TV. Queria lá saber as notícias, não ouviria nada que me apetecesse. Limitei-me a fazer planos para a manhã: “hoje vou descer até ao rio.”











A moda chegou a Leiria...


 É na Ponte Chinesa...


Manhã, mas que linda manhã!


Depois de dar almoço a  minha mãe fui almoçar com uma amiga. Ela telefonara no dia anterior a sugerir: "Vamos amanhã almoçar à praia. É para nos despedirmos das sardinhas" E fomos. Tarde e más horas, pois não quis deixar de ir cumprir o ritual com minha mãe, mas fomos.


Vieira de Leiria






Aconteceu uma tarde de verão!

3 comentários:

  1. Respostas
    1. Esteve, de facto, um dia maravilho. Agora já não. Mesmo com sol o vento já é fresquinho.

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  2. Ah! que boas recordações eu tenho da Vieira!!!

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