Não poderia abandonar S. Martinho do Porto sem passear por todos os recantos dignos de registo. Assim, uma tarde, após o almoço, vagarosamente subi a ladeira ingreme que nos leva até à Igreja de Sto António, o padroeiro da Vila.

Nesta foto vê-se o que resta de umas escadas que desciam até uma agradável praia que existia ao fundo. O mar começou por levar a praia e mais tarde ruiram as escadas. Era a praia de Sto António. Já não existe, mas eu ainda me lembro de lá tomar banho. Aqui fica a foto, em sua memória.

Pormenor da Igreja, quando nos aproximamos pela estrada.

Frente virada à barra.

Pormenor dos azulejos que se vêem na parede da frente.

A lenda do Lago que se pode ler na parede do lado esquerdo.

O "Lago" - o mar onde se pode ver uma traineira que vai passar a barra e entrar na baía de S. Martinho do Porto

Pormenor do interior de igreja.
Aqui, há muitos anos, houve uma caixa de esmolas, só se notando a ranhura, da parte de fora da parede. Então, todos os jovens, de olhos fechados tentavam, percorrendo uma a distância do átrio, acertar com o indicador esticado na ranhura. As tentativas falhadas eram os anos que faltavam até se casarem. As coisa que o Sto adivinhava...

E o Facho ali tão perto... (parece...)
Também lá foste de olhos vendados e de indicador em riste procurar a ranhura da caixinha das esmolas....
ResponderEliminarQue lindo o Mar!
Se fui... Tantas vezes! Até acertar, perdi o conto às tentativas... mas não foi por isso que não casei cedo.
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