segunda-feira, 7 de maio de 2012

AINDA ABRIL

A 25 de Abril, um amigo enviou-me um poema.


tarde cinzenta em abril



da minha aldeia vê-se o mar e a orla branca namorando a duna
que submerge na bruma pendurada nos pinheiros que ecoam
o som cavo das águas que adivinho revoltas como a chuva caída

é hora de estender o olhar e encontrar para lá da janela embaciada
a ternura doce e suave deste cravo onde o meu peito se aconchega

orlando cardoso
25.04.12


  • E a resposta que me mereceu:


    O tom baço da tarde esperava por ti…

    A orla branca adquiriu a cor do sol poente, quando o teu olhar aqueceu a distância. 

    E mais cravos floresceram na duna...

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