sábado, 27 de novembro de 2010

NATAL

Naquela terça-feira de arrumações, dedicada a rasgar papéis, encontrei muita gente. E, entre pedaços de uns e de outros também encontrei alguns meus.

Quantos dias faltam para o Natal? Que importa? Na escuridão da noite, lá fora, o frio aperta e ainda nem é Inverno!

Escrevi o poema numa noite de 24 de Dezembro de um ano qualquer, que aconteceu há muito tempo!
O mote é de Ary dos Santos "O Natal é quando um homem quiser". A mim apetecia-me que fosse hoje!


Quisera estar contigo este

momento

Desfrutando-te para além

do pensamento


Quisera dar-te a Boa Estrela

de presente

Beijando-te os lábios

levemente


Quisera viver contigo essa

magia

Que torna cálida uma noite muito

fria


Na pequenez do presente

magia

é tudo o que nos resta


Sobra-nos em amor

o que nos falta em tempo


A nossa vida é um momento


Na tal noite

Na tal madrugada

NATAL QUANDO TU QUISERES

3 comentários:

  1. Um poema de amor. E de amargura. Muito bonito.

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  2. Nem mesmo os duros de coração ficariam indiferentes perante este amor tão sentido.

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