















Colhia-se a erva com cuidado e interpelava-se uma amiga, que invariavelmente responderia "não". Soprava-se então a erva, as sementes voavam e exclamava-se alegremente "é pois". Inocências da infância quantas vezes repetidas?
Indecisão... Seguir em frente?! O letreiro não augurava nada de bom... mas lá fomos.
Para logo encontrarmos estas ovelhas "new wave"
Quem pela hera passou e uma folha não apanhou... do seu amor não se lembrou!
O percurso não era fácil, ao chão de cascalho acrescentava-se o declive acentuado. Havia uma senhora que ficava sempre para trás por causa das fotografias (não digo quem é, porque não me acuso)
Fotografei os figos, as nozes, as uvas, a promessa de amoras que as silvas exibiam, as oliveiras fabulosamente floridas, mas só aqui ficam as cerejas que hão-de vir a ser frutos vermelhos e suculentos.
Há quantos anos não via uma amoreira? No recreio da Escola Primária de Sismaria da Gândara, que frequentei, havia uma, à qual trepava para colher folhas para alimentar os bichos da seda. Nesta, as amoras eram grandes, mas ainda estavam verdes.
Altar da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
Como se chamará a quintarola? Da Vista? Do Olho? Responda quem souber.
De qualquer pedra brotavam flores.
Aqui, já tinham colhido os jarros.
Onde estarão as tartarugas? Disseram-nos que estariam lá, mas primaram pela ausência.
Da Igreja Matriz, em honra de S. Domingos, só aproveitei a foto deste delicioso baixo relevo particularmente cosmopolita , que retrata a Sagrada Famíla, num dia, lá por alturas do século dezassete ou inícios do dezoito, em que terá ido à cidade comprar botas para o Menino e para S. José. A tarde solarenga tê-los-á apanhado desprevenidos e terão adquiridos estes fabulosos chapéus de três bicos. Achei uma ternura.
E a originalidade deste vaso?













Cheguei a casa cansada, mas com a alma lavada pelo verde da paisagem e pela roupagem da Primavera nesta manhã de Domingo.
Para quem faz a Meia Maratona de Lisboa... esse passeio era para "meninos".
ResponderEliminar:)
Boas caminhadas!
Menina! Muito andas tu! E por cada sítio, que vou-te contar...
ResponderEliminarMas que bela reportagem! E, já agora, deixa-me perguntar-te: com tantos lagartos e lagartas e tantos verdes que aqui referes, serás por acaso do Sporting?...
A quem interessar eu sou uma mulher de esperança. Tenho a alma VERDE. VERDE de VER(da)DE porque a VERDADE é VER(da)DE!
ResponderEliminarNão vou em futebóis. Só um brinquedo (bola) para tantos (22) brincarem???? Só pode dar confusão...
Já agora "Carol", remeto-te para a barrinha amarela no início da blog.
ResponderEliminarSe pelas letras é Verdade,
ResponderEliminarSe pela cor é Natureza,
Se contém a boa Esperança...
Então... jamais outra Dança
Terá música de mais Saudade
Nem olhar de maior Beleza!
Além de tudo isso, meu amigo, verde é a cor que fica bem no meio do arco-íris. Como diz o ditado? No meio é que está ...
ResponderEliminarNada ficou por reportar, sim a repórter foi muito fiel e criativa. Já agora a fotografa também captou bem o que vislumbrou... Continua.
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