segunda-feira, 20 de agosto de 2012

OS GIGANTONES

Dizem que foram  importados da Galiza, em 1893, quando se pretendia definir o figurino das festas da Senhora d'Agonia (historiador António Abreu) e que têm origem na tradição germânica (António Abreu), nos gigantes dos contos infantis. 
Com os bonecos de cerca de quatro metros e com vinte ou trinta quilos de peso, importou-se também o nome "gigantones".
Os gigantones transportam-se ao ombro e balançam ao som da música. Como será difícil e cansativo carregá-los...
Estes foram os que vi, no sábado, dia dezoito, na Festa da Senhora d'Agonia.


Os gigantones encaminhando-se para o local do cortejo.


Elas seguiam à frente.

Eles... logo atrás.


Aqui, já no local do desfile, que iniciariam.


Já em pleno desfile.

A tradição manda que atrás dos gigantones sigam os cabeçudos. Bonecos mais pequenos, de grandes cabeças, que desfilam como a corte dos primeiros.

Não havia cabeçudos. Será a tradição que já não é o que era? 

Estes cabeçudos estavam à venda. Ninguém  os terá comprado a tempo?






Os gigantones, indiferentes à sua origem, vieram para ficar, ou não fora a romaria da Senhora d'Agonia a rainha das festas populares.

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